quarta-feira, 15 de outubro de 2008

A GENTE NÃO QUER SÓ COMIDA...QUER FAZER AMOR...





NÃO TRATE COM PRIORIDADE,

QUEM LHE TRATA COMO OPÇÃO!!!!

A Grande Borboleta



A grande borboleta

Leve numa asa a lua

E o sol na outra

E entre as duas a seta

A grande borboleta

Seja completa-

Mente solta

APRENDENDO COM ARISTÓTELES




Aristóteles, filósofo grego,
escreveu este texto no ano 360 A.C...


"Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregues a tua alegria,
a tua paz,
a tua vida,
nas mãos de ninguém,
absolutamente de ninguém.
Somos livres,
não pertencemos a ninguém
e não podemos querer ser donos dos desejos,
da vontade ....
ou dos sonhos de quem quer que seja."

DEPOIMENTOS DE MULHERES COM TAB



“Lembro quando eu estava na fase maníaca, tinha um raciocínio extraordinário, uma criatividade assustadora e era capaz de fazer mil coisas ao mesmo tempo. E pior, era admirada e tinha até inimigos invejosos! Eu era incansável, cheguei a ganhar mais de 10 mil reais ao mês devido as minhas horas extras. Comprei um carro zero e um apartamento à vista. Aí veio a depressão e fui demitida.Hoje estou aqui, com tremores e muito deprimida, esperando a nova medicação agir. Mas eu fecho os olhos e reflito: "eu, ainda prefiro a verdade, não quero a mentira. Se a minha verdade é uma personalidade oprimida e melancólica, deixo essa depressão vir à tona, para que eu possa entender as minhas aflições e perdoar-me, deixando-me livre para viver." Diz Victória, 28 anos.”.


Lorenza, 27 anos, diz que ainda sente muito o desejo de não dormir – faz qualquer coisa para não dormir e tem todos os sintomas .
“ Ainda me sinto um pouco agressiva na hora de expressar meus pensamentos para as pessoas. Não sei se isso faz parte da minha personalidade ou se é ainda sintoma da doença. Ela não tem cura, eu sei, e isso é o que dói mais.”

O QUE É....... TAB :Transtorno Afetivo Bipolar

Vamos falar hoje aqui sobre uma doença que vem atingindo milhões de pessoas no mundo inteiro e por isso, tornou-se assunto de grande importância hoje em dia : O TAB- Transtorno Afetivo Bipolar.

Esse transtorno, caracteriza-se por uma elevação do humor e aumento da energia e da atividade em algumas fases, chamadas fase maníaca. Em outras, apresenta um rebaixamento do humor e de redução da energia e da atividade, por sua vez, chamada depressão. Pessoas que sofrem somente de episódios repetidos de hipomania ou mania são classificados como bipolares. Muitas vezes o paciente não percebe que tem esta enfermidade, e é necessário que familiares e amigos estejam bem informados, e saibam reconhecer alguns dos seus sintomas para poderem encaminhá-lo a um tratamento adequado A pessoa com Transtorno Bipolar do Humor pode apresentar grandes oscilações no seu estado de humor, atrapalhando muito o andamento de sua vida no trabalho, nas relações afetivas e familiares.

Vamos explicar melhor como tudo acontece: O transtorno afetivo bipolar é uma doença incurável, e os primeiros sintomas aparecem entre os 24 e 30 anos e não tem cura, segundo a medicina.

Em fase de mania, o sujeito apresenta uma elevação do humor fora de proporção e uma agitação completamente descontrolada. Existe também um aumento da energia que leva o sujeito à hiperatividade. Ele não consegue mais ficar parado, sentado por mais do que alguns minutos ou relaxar.

Existe um desejo muito grande de falar e uma redução muito grande da necessidade de sono. Não conseguem manter a atenção, e existe uma grande distração em seus pensamentos. O sujeito apresenta freqüentemente um aumento de sua auto-estima com idéias de grandeza e um aumento muito grande de suas capacidades. Em alguns casos há perda das inibições sociais que pode levar a condutas imprudentes, irrazoáveis, inapropriadas ou deslocadas.

Mesmo estando “alegre demais”, as chamadas “ euforias descontroladas”, explosões de raiva e muita agressividade podem acontecer, geralmente provocadas por algum motivo externo, ou por nada, mas da mesma forma como aparece se desfaz, só que deixa uma grande dor emocional, um sentimento enorme de arrependimento e vergonha de se redimir.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Trabalho infantil: a América a preto e branco




The american dream - o sonho americano. É impossível não evocar a imagem da Estátua da Liberdade à entrada do porto de Nova Iorque a acolher os emigrantes que deixaram os seus lares distantes à procura de uma vida melhor no Novo Mundo. Vinham de todas as idades. Muitos chegavam ainda crianças, ao colo dos seus pais, olhando à volta para o ambiente estranho e fantástico da grande cidade. Desde logo começavam a trabalhar e a procurar, no fundo, a sua oportunidade na terra de todas as oportunidades.


Mais por necessidade do que por ambição, desde tenra idade os futuros americanos davam à sua nação o seu esforço e a sua juventude numa época em que as crianças eram adultos pequenos e em que o trabalho infantil era um privilégio. A América cresceu tanto à custa dos emigrantes como das suas crianças, adultos à força que não tiveram tempo de brincar.

Lembremo-nos das imagens cruas dos meninos de "Era uma vez na América", de Sergio Leone, das atribulações dos recém-chegados retratadas com ironia em "Os imigrantes", de Charles Chaplin, para falarmos apenas em termos de cinema; mas lembremo-nos também das fotografias de Alfred Stieglitz ou de Dorothea Lange, dois nomes consagrados. Menos conhecido foi Lewis Hine que dedicou grande parte da sua actividade de fotógrafo a documentar cenas de trabalho infantil nos EUA.

Entre 1908 e 1912 Hine registou com a sua câmara aquilo que chamou rostos da juventude perdida: crianças de todas as idades, algumas de apenas cinco anos, em trabalhos de gente crescida. E não se julgue que eram trabalhos leves - pelo contrário. Encontramos meninos e meninas nas fábricas, no comércio, nas pescas, nas minas, desde o amanhecer até ser noite cerrada, por vezes mais de doze horas... O fotógrafo conheceu-os todos: Michael, Manuel, Camille, Pierce. Conheceu as histórias de cada um. Posaram para ele, às vezes com o orgulho ingénuo de quem se julga gente grande, embora nos seus olhos estivesse toda a tristeza do mundo. As imagens são lancinantes; não se consegue fixá-las sem uma ponta de comoção.
Algumas destas crianças não passaram da sua meninice. Outras sobreviveram, cresceram e prosperaram, mergulhando fundo na embriaguez do grande sonho americano.

CRIANÇAS E CONFLITOS ARMADOS



O texto abaixo é extraído do Relatório Global Sobre Crianças-Soldados 2004, divulgado pela Coalizão para Deter o Uso de Crianças-Soldados.

A maioria das crianças-soldados do mundo está envolvida com grupos políticos armados, que incluem grupos paramilitares, milícias e unidades de autodefesa que operam com o apoio dos governos em várias zonas de conflito. Há também grupos armados contrários ao governo central; grupos de minorias étnicas, religiosas e outras; e clãs ou facções que lutam contra o governo e entre si para defender o território e os recursos naturais.

O uso de crianças em conflitos pelas forças armadas oficiais do governo diminuiu desde 2001, mas continua em alguns países. As forças dos governos também continuam a utilizar crianças informalmente como espiões e mensageiros e para executar pequenas incumbências, expondo-as a ferimentos e riscos de morte e também a represálias das forças contrárias. Algumas forças de governo têm como alvo crianças para filiações suspeitas em grupos políticos armados. Essas crianças têm sido presas, detidas, torturadas e mortas.

Muitas crianças-soldados têm entre 14 e 18 anos e se alistam voluntariamente. No entanto, pesquisas mostram que esses adolescentes vêem poucas alternativas ao envolvimento em conflitos armados. A própria guerra, a falta de educação ou trabalho e o desejo de escapar da servidão doméstica, da violência ou da exploração sexual são fatores que pesam. Muitos também se alistam para se vingar da violência cometida contra a família durante conflitos armados.

Recrutamento forçado e raptos continuam a existir em alguns países. Crianças com apenas 9 anos são raptadas.

Programas de desmobilização, desarmamento e reintegração (DDR) especificamente voltados para crianças-soldados têm sido criados em muitos países, tanto durante quanto depois de conflitos armados. Tais programas ajudaram ex-crianças-soldados a adquirir novas habilidades e a retornar às suas comunidades. No entanto, os programas não contam com verbas e recursos adequados. Investimento sustentado de longo prazo é necessário para que possam ser eficazes.

Apesar do crescente reconhecimento do envolvimento de meninas em conflitos armados, elas são quase sempre deliberada ou inadvertidamente excluídas dos programas de DDR. As meninas-soldados com freqüência são sujeitas a estupro e outras formas de violência sexual, além de se envolverem em combates e outras atividades. Em alguns casos são estigmatizadas por suas comunidades quando retornam. Os programas de DDR deveriam ser construídos e elaborados com sensibilidade para responder às necessidades das meninas-soldados.

Uma série de mecanismos internacionais legais fornecem proteção para crianças envolvidas em conflitos armados. Entre eles estão o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente ao envolvimento de crianças em conflitos armados, que proíbe a utilização direta de crianças com menos de 18 anos em conflitos, o recrutamento compulsório de menores de 18 pelos governos e qualquer recrutamento de menores de 18 por grupos armados não-governamentais. O Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional define o recrutamento de crianças com menos de 15 anos como crime de guerra e prevê processo penal e punição dos infratores. A Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) define o recrutamento forçado ou compulsório de qualquer pessoa com menos de 18 anos para utilização em conflitos armados como uma das piores formas de trabalho infantil.

O Conselho de Segurança da ONU repetidas vezes pediu ações para acabar com o uso de crianças-soldados. As medidas propostas incluem o diálogo com as partes de conflitos armados com o objetivo de alcançar a desmobilização imediata de crianças e sanções àqueles que continuarem a utilizar crianças em conflitos.

Apesar da condenação quase universal da existência de crianças-soldados e de uma sólida estrutura jurídica e de políticas, a falta de vontade política é um obstáculo para a consecução de aperfeiçoamentos concretos e proteção efetiva das crianças in loco.

Fonte: Coalizão para Deter o Uso de Crianças-Soldados.

TRABALHO INFANTIL: UMA FACETA DA POBREZA


Catherine, 7, com o rosto marcado por um acidente na cozinha, carrega balde de água em campo de refugiados na Costa do Marfim. Ela foi forçada a fugir de casa durante disputa de terras em plantação de cacau
Ben Curtis, AP/WWP

domingo, 28 de setembro de 2008

MATILHA = PSDB


ASSIM COMO EM TERESINA .....
A TUCANADA DE SAMPA NÃO
QUER LARGAR O OSSO.

PEDIDO DE DESCULPAS EM VÁRIOS IDIOMAS


ME DESCULPA - PORTUGUÊS
I'M SORRY - INGLÊS
DÉSOLÉ - FRANCÊS
DISCOLPA - ITALIANO
ОТГОВОРКА - RUSSO
عذر - ÁRABE
DISCUPABLE - ESPANHOL
VERTEIDIGUNGSREDE - ALEMÃO
VERONTSCHULDIGING - HOLANDÊS
ΔΙΚΑΙΟΛΟΓΙΑ - GREGO
URSÄKT - SUECO
변명 - COREANO
事務 - CHINÊS
SHITSUREI SHIMASU/SUMIMASEN/MOOSHIWAKE ARIMASEN - JAPONÊS