quarta-feira, 24 de setembro de 2008

DIREITOS HUMANOS NA BERLINDA


Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos.
São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas ás outras com espírito de fraternidade.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

UM MINUTO DE POESIA.....


COMPENSAR A ROTINA COM A POESIA ...
E A EXATIDÃO COM A LOUCURA .
(Ariano Suassuna)

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A TIRANIA SAIU À RUA (FANTASIADA DE DEMOCRACIA)



Perseguição......

Tortura Psicológica...

Pressão e Opressão ...

Assédio Moral...

Processos Administrativo....

Tudo isso acontece respaldada na lei,
Lei da burguesia ,feita por ela
e para ela.
com o único fim ...
defender e manter seus "supostos direitos"
pensam ser donos da cidade(Teresina),
donos das pessoas ,dos seus pensamentos e vontades.
Chamam isso de "Democracia".
ATÉ QUANDO VAMOS FICAR ASSIM PARADOS???

POLÍTICA DO PSDB:SENÃO FICAR CALADO..... É A DANÇA DO DESEMPREGADO


Composição: Gabriel O Pensador

Essa é a dança do desempregado
Quem ainda não dançou tá na hora de aprender
A nova dança do desempregado
Amanhã o dançarino pode ser você

E vai levando um pé na bunda vai
Vai pro olho da rua e não volta nunca mais
E vai saindo vai saindo sai
Com uma mão na frente e a outra atrás
E bota a mão no bolsinho (Não tem nada)
E bota a mão na carteira (Não tem nada)
E bota a mão no outro bolso (Não tem nada)
E vai abrindo a geladeira (Não tem nada)
Vai porcurar mais um emprego (Não tem nada)
E olha nos classificados (Não tem nada)
E vai batendo o desespero (Não tem nada)
E vai ficar desempregado

E vai descendo vai descendo vai
E vai descendo até o Paragüai
E vai voltando vai voltando vai
"Muamba de primeira olhaí quem vai?"
E vai vendendo vai vendendo vai
Sobrevivendo feito camelô
E vai correndo vai correndo vai
O rapa tá chegando olhaí sujô!...
E vai rodando a bolsinha (Vai, vai!)
E vai tirando a calcinha (Vai, vai!)
E vai virando a bundinha (Vai, vai!)
E vai ganhando uma graninha
E vai vendendo o corpinho (Vai, vai!)
E vai ganhando o leitinho (Vai, vai!)
É o leitinho das crianças (Vai, vai!)
E vai entrando nessa dança

E bota a mão no bolsinho (Não tem nada)
E bota a mão na carteira (Não tem nada)
E não tem nada pra comer (Não tem nada)
E não tem nada a perder
E bota a mão no trinta e oito e vai devagarinho
E bota o ferro na cintura e vai no sapatinho
E vai roubar só uma vez pra comprar feijão
E vai roubando e vai roubando e vai virar ladrão
E bota a mão na cabeça!! (É a polícia)
E joga a arma no chão E bota as mãos nas algemas
E vai parar no camburão
E vai contando a sua história lá pro delegado
"E cala a boca vagabundo malandro safado"
E vai entrando e olhando o sol nascer quadrado
E vai dançando nessa dança do desempregado

Essa é a dança do desempregado
Quem ainda não dançou tá na hora de aprender
A nova dança do desempregado
Amanhã o dançarino pode ser você

A CARTA DO CHEFE SEATTLE ...UM DOS MAIS BELOS EXEMPLOS DE CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA


A carta do Chefe Seattle tem sido amplamente divulgada pela Organização das Nações Unidas como um dos mais belos exemplos de consciência ecológica.

“Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha.

Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo.

A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.

Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas.

Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós.

As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro e o homem – todos pertencem à mesma família. Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós. O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra.

Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós.

Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas é sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar às suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo.

O murmúrio das águas é a voz dos meus ancestrais.

Os rios são nossos irmãos, saciam a nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar ao seus filhos que os rios são nossos irmãos, e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.

Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa.

A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente deserto.

Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.

Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de flores na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas Talvez seja porque eu sou selvagem e não compreenda. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta da vida se o homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou debate dos sapos ao redor de uma lagoa à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo.

O índio prefere o suave murmúrio de vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumada pelos pinheiros. O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro – o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro.

Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante, há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu último suspiro.

Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.

Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.

Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra forma de agir. Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os alvejou de um trem ao passar.

Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecer vivos.

O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.

Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam aos seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem às crianças o que ensinamos às nossas, que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.

Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra.

Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.

O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.

Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigos, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos – e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que o possuem, como desejam possuir nossa terra; mas não é possível. Ele é o Deus do homem, e sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, a feri-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios desejos.

Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnados do cheiro de muitos homens e a visão dos morros obstruída por fios que falam.

Onde está o arvoredo? Desapareceu.
Onde está a águia? Desapareceu.
É o final da vida e o início da sobrevivência.”

domingo, 21 de setembro de 2008

OUSAR LUTAR ,OUSAR VENCER !!!!!!



O NOME DA INJUSTIÇA SOCIAL

Se quiser somar tudo, que se dê o nome de injustiça,
Diferenças entre pobres e ricos, de latifúndio e sem-terra,
Miséria, desnutrição presos pobres, analfabetos.

Chame isso de Capitalismo!

Pobreza,
Fome,
Miséria,
Desnutrição,
Analfabetismo,
Sem-terra,
Sem-teto,
Sem-emprego,
Mortalidade infantil,
Prostituição,
Cadeia para os pobres,
Chame isso,decorrência da Corrupção.


Se quiser um nome só,
com sentença,
Para toda a injustiça,
Repare em sua volta
No lucro rapino da conquista.
São eles, banqueiros e latifúndios,
E todos mais,
Todos do mundo Capitalista.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

AFRODITE : DEUSA DO AMOR


Por favor, não me analise

Não fique procurando cada ponto fraco meu.

Se ninguém resiste a uma análise profunda,

Quanto mais eu...

Ciumenta, exigente, insegura, carente

Todo cheia de marcas que a vida deixou

Vejo em cada grito de exigência

Um pedido de carência, um pedido de amor.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei o perfeito amor.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.

Carlos Drummond de Andrade

SÓ A LUTA MUDA A VIDA!!!!


A sociedade brasileira vive um momento de desilusão política e imenso ataque a luta dos trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do campo, com retiradas de direitos e perseguição ao movimento sindical e popular combativo.

O governo Lula segue os ditames do mercado financeiro, apostando nas reformas neoliberais com proposta de reforma da previdência que retire direitos públicos e privilegie os fundos de pensão e os banqueiros.

A inflação volta a bater nossa porta, realizando um confisco salarial aos trabalhadores, em especial aos menores salários em detrimento de um aumento espetacular no lucro dos bancos e grandes empresas.

Muitos dos que lutaram conosco, ombro-a-ombro, estão cooptados direta ou indiretamente pela política contemplativa do governo do PT e seus aliados, que influenciam através da estrutura de estado a organização da classe trabalhadora. Para estes, os tempos são de conciliação e tolerância. Para nós são tempos de reorganização e muita luta.

Temos a nosso favor a clareza que centenas de sindicatos, entidades estudantis e populares estão vivos e mobilizados na luta em defesa de direitos em um duro combate contra o Governo Federal(PT),Estadual(PT) e Municipal(PSDB) contra aqueles que politicamente lhes servem de sustentação e escudo ao avanço implacável do excludente processo social capitalista.

Temos o exemplo de vários trabalhadores e trabalhadoras que não abriram mão de seus direitos, e enfrentam o governo e os patrões através das greves e lutas cotidianas, a juventude que ocupou reitorias de norte a sul deste país e os movimentos sociais que continuam sua luta com marchas e ocupações, como referência no processo de reorganização, que fortalece os setores classistas e combativos.

É o momento de unificarmos todos os setores combativos nas lutas, construindo a unidade das campanhas salariais do 2º semestre e uma jornada unitária de lutas pela redução do preço dos alimentos e pelo gatilho salarial, além de intensificar a luta contra a criminalização da pobreza e dos movimentos sociais.

Temos que aproveitar esse momento eleitoral para realizar esse debate e firmarmos um compromisso sincero e coletivo de discutir com o conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras a realidade em que vivemos, compreendendo nessa discussão, desde o debate sobre a estrutura política e apolitização e o cerceamento do debate político que existe nessas eleições.
Uma enorme responsabilidade de todos os militantes surge com a tarefa de lutar e dialogarmos com a população a necessidade de defendermos os direitos dos trabalhadores e apontarmos que esse modelo de sociedade não serve aos interesses da classe trabalhadora e por isso temos que estar a frente nessa agenda.

A candidatura de ALEXIS LEITE é símbolo desta disposição de luta dos trabalhadores e trabalhadores. A unidade expressa através da candidatura do ALEXIS LEITE pela Frente Alternativa de Esquerda (PSOL e PSTU) para TERESINA que atua cotidianamente nos enfrentamentos da classe demonstram por meio desta campanha a disposição de reafirmar o projeto socialista em todos os espaços, em todos os momentos, e servindo a esse propósito, até a vitória!

LIBERDADE .....,COMO NÃO AMAR.... E POR ELA MORRER

CANTO PARA MINHA MORTE!!!!


Raul Seixas
Composição: Raul Seixas e Paulo Coelho

Eu sei que determinada rua que eu já passei
Não tornará a ouvir o som dos meus passos.
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos
E que nunca mais eu vou abrir.
Cada vez que eu me despeço de uma pessoa
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez
A morte, surda, caminha ao meu lado
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar

Com que rosto ela virá?
Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer?
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?
Na música que eu deixei para compor amanhã?
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?
Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada,
E que está em algum lugar me esperando
Embora eu ainda não a conheça?

Vou te encontrar vestida de cetim,
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho
Que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar.
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida

Qual será a forma da minha morte?
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida.
Existem tantas... Um acidente de carro.
O coração que se recusa abater no próximo minuto,
A anestesia mal aplicada,
A vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida
O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe,
Um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio...

Oh morte, tu que és tão forte,
Que matas o gato, o rato e o homem.
Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar
Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva
E que a erva alimente outro homem como eu
Porque eu continuarei neste homem,
Nos meus filhos, na palavra rude
Que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite...

Vou te encontrar vestida de cetim,
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar.
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida